Black Friday 2025 promete ser histórica. Mas, como se proteger de fraudes digitais
Com previsão de movimentar R$ 13,34 bilhões, o evento reflete não apenas a força do consumo
A Black Friday 2025 deve entrar para a história do varejo brasileiro como uma das edições mais robustas e desafiadoras. Com previsão de movimentar R$ 13,34 bilhões. (Fonte: https://cndl.org.br/varejosa/black-friday-2025-promete-ser-historica-omnichannel-personalizacao-e-tecnologia-na-linha-de-frente/)
PRINCIPAIS GOLES, RISCOS E PROTEÇÃO PARA O EMPRESÁRIO/LOJA:
1 – FRAUDES EM PAGAMENTOS / CHARGEBACK ELEVADO: Criminosos fazem compras “normais”, usando dados roubados ou contas “limpas”, e depois exigem estorno (chargeback) ou contestam pagamento. Esse tipo de fraude aumenta especialmente em datas de alto volume.
Risco: enviar produto ou prestar serviço e depois arcar com prejuízo porque o pagamento foi cancelado.
Proteção: monitorar pedidos suspeitos, cruzar dados de cliente, endereço, histórico, usar ferramentas antifraude.
2 – SITES, ANÚNCIOS OU PERFIS FALSOS USANDO SUA MARCA OU PARECIDO : Golpistas criam lojas falsas, anúncios com “promoção imperdível” que redirecionam para falsos check-outs ou coletam dados ou pagamentos e somem.
Risco: pode haver confusão de marca, reclamações, dano à reputação, clientes acreditam que seu estabelecimento está vendendo algo que não está.
Proteção: monitorar menção à marca, registrar reclamações, comunicar se ver site falso, alertar clientes através dos canais oficiais da sua loja.
3 – AUMENTO DE FRAUDES DIGITAIS / USO DE DADOS VAZADOS: Em datas de grande tráfego digital, os criminosos utilizam IA, deep-fakes, vazamento de dados para burlar autenticações ou assumir contas de clientes.
Risco: acesso indevido à conta da loja, pedidos fraudulentos, uso indevido de dados dos clientes, vulnerabilidade operacional.
Proteção: autenticação multifator, revisão de cadastros, bloqueio automático de pedidos suspeitos, segurança da plataforma de e-commerce.
4 – GOLPE DO “CLIENTE VIRTUAL APRESSADO”: O golpista se passa por um cliente aparentemente decidido e educado, que chega com pressa — diz que “precisa comprar rápido”, “está sem tempo” ou “já viu o produto antes”. Quase não faz perguntas, evita negociar e insiste para receber um link de pagamento ou QR Code o mais rápido possível.
Risco: o pagamento é feito com cartão clonado, e depois ocorre chargeback (o valor é estornado e o prejuízo fica com a loja); ou o golpista usa o link para roubar dados e acesso ao sistema de pagamentos. Em alguns casos, o link é modificado e leva o lojista a uma página falsa, que captura informações bancárias.
Proteção: Nunca envie links de pagamento por mensagens privadas sem verificar o cliente ou confirmar cadastro. Use apenas plataformas oficiais e seguras, como o site da loja, app da operadora ou checkout autenticado. Evite agir sob pressão. Cliente verdadeiro espera um minuto; golpista não. Confirme dados do comprador, endereço e telefone antes de liberar qualquer link ou pedido. Ative verificação dupla nos sistemas de pagamento e limite acessos à conta.
Nesta Black Friday, venda com estratégia — não no susto.







